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Precisa Painéis

Integrações.

Tudo o que entra e sai do Precisa Painéis, e o que a TI da empresa precisa liberar em cada caso.

Usuário somente leitura. Para ler o banco do ERP, a empresa cria um usuário somente leitura para a Precisa: só SELECT, só nas tabelas e visões combinadas, sem permissão de gravar, alterar ou apagar. A Precisa nunca pede usuário com escrita nem administrador, e a ferramenta recusa qualquer consulta que não seja de leitura.

Como os dados chegam

Seis formas, cada uma com a mesma ficha. A primeira funciona com qualquer sistema no primeiro dia; as outras tiram a mão da empresa do processo quando a TI ajuda.

Relatórios exportados, enviados pelo site

A forma padrão. Funciona com qualquer sistema no primeiro dia e não precisa de nada da TI.

Como funciona
  1. Quem a empresa autorizou exporta o relatório do jeito que o sistema solta: com título, filtros, totais e várias abas.
  2. Abre Enviar planilhas no site da empresa e arrasta os arquivos: Excel (.xlsx, .xlsm e o .xls antigo, inclusive salvo como página da web ou XML), CSV e TXT com qualquer separador e codificação, extrato OFX, o AFD do relógio ou um .zip com tudo, de vários meses. Até 40 arquivos e 40 MB por envio.
  3. Em poucos minutos cada arquivo é reconhecido pelas colunas e vai para o assunto certo. O site mostra o que entendeu de cada um, para a pessoa confirmar quando houver dúvida.
  4. As telas são atualizadas na hora.
Segurança deste tipo
Só quem tem a permissão de enviar vê a página. Cada envio é registrado (quem, quando, quantos arquivos). O envio vai por HTTPS, com limite de tamanho e de tipo de arquivo.
O que a empresa fornece
Quem exporta do sistema (geralmente quem já emite o relatório) e a frequência: diária, semanal ou mensal.
O que a TI libera
Nada. Só um navegador.
Com que frequência atualiza
Na hora em que o envio chega, e nos horários combinados em dias úteis.
Se falhar
Arquivo de outro tipo é recusado na hora, com a explicação. Arquivo que o leitor não reconhece fica na lista para a Precisa resolver; as telas continuam com os dados anteriores. Nada é descartado.

Envio automático por e-mail

O ERP manda o relatório sozinho e ninguém precisa lembrar de exportar.

Como funciona
  1. A empresa agenda no sistema o envio do relatório por e-mail, diário ou semanal, para o endereço que a Precisa informa.
  2. A Precisa cadastra uma regra por relatório: quem manda, o que o assunto contém, o padrão do nome do anexo e o assunto de destino. O remetente é o endereço exato ([email protected]) ou o domínio inteiro (@empresa.com.br), nunca um pedaço do nome.
  3. A regra é simulada antes de ligar: o que seria recolhido, sem recolher.
  4. A cada coleta, o anexo de cada e-mail novo vai para o assunto. Um anexo sem data no nome recebe a data do e-mail.
Segurança deste tipo
Só o anexo é usado; o e-mail não é respondido nem encaminhado. Nenhuma regra por "contém": um remetente parecido não entra.
O que a empresa fornece
O endereço remetente fixo, o agendamento no ERP e, se o ERP não agendar, quem encaminha o e-mail quando ele chega.
O que a TI libera
Nada na rede. No modo instalado, o Outlook clássico do computador onde o programa roda, com a conta que recebe os relatórios.
Com que frequência atualiza
A cada atualização, nos horários combinados em dias úteis.
Se falhar
E-mail que não casa com a regra não é lido. Se a coleta falhar, o erro fica no registro e a coleta seguinte recolhe o que ficou: nenhum e-mail é lido duas vezes.

Pasta (importação em lote)

Para o modo instalado: o ERP exporta para uma pasta e o programa recolhe.

Como funciona
  1. A empresa agenda no ERP a exportação para uma pasta da rede (ou Downloads, ou um pendrive), com um nome que se repita, por exemplo CARTEIRA e a data.
  2. A Precisa cadastra uma regra por relatório: a pasta de origem, o padrão do nome e o assunto de destino; copiar ou mover.
  3. Uma simulação mostra o que seria importado. Serve também para a carga inicial: dezenas de arquivos de meses anteriores.
  4. A cada atualização, os arquivos novos são copiados. Um arquivo sem data no nome recebe a data de modificação.
Segurança deste tipo
Só leitura na pasta de origem, salvo quando a empresa pede para mover. O programa roda com o usuário do Windows da empresa; nada de fora alcança a pasta.
O que a empresa fornece
A pasta compartilhada, quem coloca os arquivos nela (ou o agendamento no ERP) e a frequência.
O que a TI libera
O caminho da pasta e a permissão de leitura (ou de mover, se combinado) para o usuário do Windows que roda o programa.
Com que frequência atualiza
A cada atualização, nos horários combinados em dias úteis.
Se falhar
Arquivo que não casa com o padrão fica onde está. Se a pasta não estiver acessível, o erro fica no registro e a atualização seguinte importa o que faltou: cada arquivo entra uma vez só.

Leitura direta do banco, só de leitura

SQL Server, Oracle, PostgreSQL, MySQL ou qualquer fonte ODBC. Para quem quer tirar a mão do processo.

Como funciona
  1. A TI cria um usuário somente leitura para a Precisa, com SELECT nas tabelas e visões combinadas e nada mais.
  2. A TI libera o caminho até o banco: no modo hospedado, por VPN ou liberando o endereço fixo da Precisa; no modo instalado, o programa já roda dentro da rede da empresa.
  3. A senha é gravada no Gerenciador de Credenciais do Windows, nunca em arquivo. No SQL Server o acesso pode ser pelo login do Windows, sem senha.
  4. A Precisa escreve as consultas com a TI: só SELECT (ou WITH), uma instrução por consulta, conferidas antes de salvar. Qualquer comando que grave, altere ou execute algo é recusado, em qualquer ponto do texto.
  5. Cada consulta é testada numa amostra (colunas, tipos, vazios) e ligada quando o resultado bate com o relatório exportado.
  6. A cada atualização, a leitura é em lotes e, nas tabelas grandes, incremental: só as linhas novas, por uma coluna de data ou de número que só cresce. O resultado vira a fonte do assunto, como se fosse um relatório exportado.
Segurança deste tipo
A sessão é aberta em modo somente leitura quando o banco permite, além do usuário só de leitura. A validação do SQL é por palavras e recusa escrita, alteração, execução e várias instruções. As ferramentas da Precisa mostram só nomes de tabelas e colunas, tipos e contagens, nunca valores.
O que a empresa fornece
O usuário somente leitura, o acesso de rede da máquina da Precisa até o banco (combinado com a TI), o tipo e a versão do banco, e quem conhece as tabelas de cada assunto (a TI ou o fornecedor do sistema).
O que a TI libera
O usuário só de leitura: só SELECT, só nas tabelas e visões combinadas, sem permissão de gravar, alterar ou apagar. Nunca o usuário do sistema nem um administrador. E o caminho de rede até o banco.
Com que frequência atualiza
A cada atualização, nos horários combinados em dias úteis. Só as linhas novas nas tabelas grandes.
Se falhar
Banco fora do ar, senha errada ou consulta recusada: a consulta é pulada e registrada, as outras seguem e as telas continuam com a última extração guardada. A Precisa vê o erro na central.

Arquivo do relógio de ponto (AFD)

O arquivo que o relógio gera, no padrão das portarias 1510 e 671.

Como funciona
  1. Quem cuida do ponto exporta o AFD do período pelo software do relógio ou pelo sistema de ponto.
  2. Envia pelo site, ou por e-mail ou pasta como qualquer relatório. O espelho de ponto em Excel também serve.
  3. A Precisa lê só as marcações: o número sequencial, a data, a hora e o PIS ou CPF de cada batida. O resto do arquivo é ignorado.
  4. As batidas viram jornada, horas extras, faltas, noturnas e os pontos de atenção, com as regras de jornada da empresa, e se comparam com a folha.
Segurança deste tipo
O PIS ou CPF serve só para ligar a batida à pessoa; é dado pessoal e entra no anexo de tratamento de dados. Os pontos de atenção são para o RH conferir, não parecer jurídico.
O que a empresa fornece
O AFD do período, exportado do relógio ou do sistema de ponto, e o cadastro de colaboradores (setor, turno, admissão).
O que a TI libera
Nada. Se o relógio estiver na rede, o software dele já exporta o arquivo.
Com que frequência atualiza
Quando o arquivo chega: no fim do período de ponto, ou diário se o sistema de ponto mandar por e-mail.
Se falhar
Arquivo fora do padrão aparece na lista para a Precisa resolver; nada é descartado. Marcação ímpar vira ponto de atenção na tela, não erro.

Extrato bancário (OFX)

O extrato que todo internet banking exporta.

Como funciona
  1. No internet banking, o financeiro exporta o extrato do período em OFX.
  2. Envia pelo site, junto com o contas a receber e a pagar.
  3. Cada lançamento (data, valor, histórico) é lido do OFX. Em Excel ou CSV também funciona.
  4. Vira a conciliação com o financeiro, baixa por baixa, e o fluxo de caixa mês a mês, por categoria.
Segurança deste tipo
A Precisa nunca acessa o internet banking nem pede senha de banco: a empresa exporta e envia. Só os lançamentos do extrato entram.
O que a empresa fornece
O OFX do internet banking, por conta, no fechamento combinado (semanal ou mensal).
O que a TI libera
Nada.
Com que frequência atualiza
Quando o arquivo chega.
Se falhar
Extrato que não abre aparece na lista para a Precisa resolver; nada é descartado.

As formas se combinam: o faturamento pelo banco, o ponto pelo AFD e o extrato pelo site, por exemplo. Cada uma tem um interruptor e pode ser desligada sem perder a configuração. Uma entrada que falha não para as outras: as telas são geradas com o que chegou e a Precisa vê o erro na central.

O que a empresa contratante fornece

Relatórios exportados

Quem na empresaQuem emite o relatório no sistema

O quêA exportação, na frequência combinada

Quanto tempoMinutos por relatório

E-mail

Quem na empresaQuem administra o ERP

O quêO endereço remetente e o agendamento do relatório

Quanto tempoCerca de 1 hora, uma vez

Pasta

Quem na empresaA TI

O quêA pasta compartilhada, a permissão e quem coloca os arquivos

Quanto tempoCerca de 1 hora, uma vez

Banco

Quem na empresaA TI ou o fornecedor do ERP

O quêO usuário somente leitura, o acesso de rede até o banco, o tipo e a versão do banco

Quanto tempo1 a 2 horas, mais o prazo da liberação de rede

Relógio de ponto

Quem na empresaQuem cuida do ponto

O quêO AFD exportado do relógio ou do sistema de ponto

Quanto tempoMinutos por período

Extrato

Quem na empresaO financeiro

O quêO OFX do internet banking, por conta

Quanto tempoMinutos por conta

TOTVS RM

Quem na empresaA TI e quem conhece o RM da empresa

O quêO mesmo do banco, mais as coligadas e os módulos em uso

Quanto tempo1 a 2 horas, mais uma conversa de 1 hora

Tempos aproximados, do lado da empresa. O resto é a Precisa que faz.

Sistemas já testados

Qualquer ERP, sistema de ponto ou planilha serve: o leitor reconhece cada relatório pelas colunas, não pelo sistema que o gerou.

Estes já têm as exportações medidas numa régua de formatos, com o jeito de cada um exportar. Um sistema que não está aqui entra do mesmo jeito: a primeira exportação ensina o formato.

TOTVS Protheus
No relatório, imprimir em planilha (Excel) em vez de impressora, com título e totais.
TOTVS RM
Exportar para Excel no relatório ou na consulta. Para o ponto, o espelho por período. Ou a leitura direta das tabelas, abaixo.
Senior
Relatórios em Excel ou CSV. Do ponto, o espelho ou a apuração por dia.
Sankhya
Na grade da tela, Exportar para Excel.
Omie e Bling
Nas listas de contas, vendas e produtos, Exportar em Excel ou CSV.
Domínio, Questor e Alterdata
Balancete, razão e folha salvos em Excel, pelo escritório contábil quando o sistema estiver lá.
Secullum, Ahgora, Pontomais e Tangerino
O espelho de ponto ou as jornadas por dia, em Excel ou CSV. O AFD do relógio também.
Bancos
O extrato em OFX, ou em Excel e CSV.

Para quem usa TOTVS RM

Quem usa o RM pode pular os relatórios: a Precisa lê direto as tabelas dos módulos, só leitura, em SQL Server ou Oracle.

Labore
Colaboradores, folha por pessoa e competência, folha por evento
Chronus
O dia apurado de cada pessoa: trabalhado, extras, atrasos, faltas
Fluxus
Contas a receber e a pagar, com a situação de cada título
Nucleus
Itens das notas de saída: cliente, produto, vendedor, valor
Saldus
Balancete mês a mês

O que a empresa fornece

  • Um usuário do banco somente leitura: só SELECT nas tabelas desses módulos, sem gravar, alterar ou apagar. Nunca o usuário do RM nem um administrador.
  • O acesso de rede da máquina da Precisa até o banco, combinado com a TI (VPN ou endereço fixo liberado).
  • O tipo e a versão do banco (SQL Server ou Oracle).
  • Quais coligadas e quais módulos a empresa usa.

O que se confirma com quem conhece o RM da empresa

  • Os tipos de movimento que contam como faturamento, e se as devoluções abatem.
  • Os códigos dos eventos da folha (horas extras, INSS, IRRF, FGTS) e os de adiantamento.
  • As coligadas: o que é por empresa e o que é global.
  • A categoria do contas a pagar: histórico do lançamento ou natureza financeira.
Precisa Assessoria: consultas, relatórios, parâmetros e treinamento no próprio RM, da folha ao financeiro, fiscal e contábil

Nada é gravado no RM. O usuário do banco é somente leitura, só nas tabelas combinadas, e a Precisa nunca pede usuário com escrita nem administrador.

O que sai

Telas no computador e no celular

No site da empresa, cada pessoa vê as telas das suas áreas. Atualizam nos horários combinados em dias úteis e na hora em que uma planilha chega.

Resumo por e-mail

No dia e na hora combinados. Por padrão o texto diz o que olhar, o que mudou e o que conferir, e os números vão no PDF das telas, só para quem a empresa liberou. Nada é enviado antes de um teste aprovado.

Avisos

Cada pessoa define um limite num indicador. Quando ele passa, chega um e-mail curto, sem o número, para abrir a tela. Dispara uma vez e não repete enquanto o indicador continuar passado.

Excel (CSV)

As tabelas das telas se copiam para o Excel, e as listas prontas (quem cobrar, o que venceu) saem em CSV, que abre direto no Excel.

Os números só saem do sistema nas telas, no PDF do resumo e no CSV, e só para quem a empresa autorizou.

Segurança da integração

Só leitura em toda fonte

Relatório, e-mail, pasta, banco, AFD ou OFX: a Precisa lê. Nenhuma forma de entrada escreve no sistema da empresa, e as consultas no banco recusam qualquer comando que não seja de leitura.

Nada é gravado no sistema da empresa

O ERP, o ponto e a folha continuam como estão. O que a Precisa monta fica do lado dela; no site das telas não se grava nada.

Senha e código no celular

Cada pessoa entra com e-mail, senha e o código de 6 dígitos de um aplicativo autenticador. A senha é criada pela própria pessoa no primeiro acesso; senhas óbvias são recusadas, tentativas erradas bloqueiam a conta por um tempo e a sessão expira sem uso.

Cada pessoa vê só a sua área

As telas são liberadas por área (Comercial, Financeiro, RH...). Tela de outra área não abre, nem pelo endereço direto. Enviar planilhas e abrir chamados são permissões à parte.

Conexão cifrada

HTTPS em todo o caminho, do navegador ao servidor, no computador e no celular. Os e-mails saem por conexão cifrada, só para os destinatários aprovados.

Registro de acessos

Entradas, erros de senha e de código, telas abertas e negadas e mudanças de usuário ficam registrados, sem números. Cada pessoa vê os próprios acessos em Minha conta. Quando a Precisa abre as telas de um cliente para atender um chamado, fica registrado quem, quando e qual tela.

Os dados são do cliente

Saem quando a empresa quiser, sem custo. No fim do contrato o acesso é bloqueado na data combinada e os dados são apagados em 30 dias, com confirmação por escrito.

LGPD

No modo hospedado a Precisa guarda os dados e é operadora: o contrato leva o anexo de tratamento de dados, com a finalidade, onde ficam, quem acessa, as cópias e o prazo de exclusão. As ferramentas que a Precisa usa para montar as telas veem nomes de colunas e contagens, nunca os valores.

Para o cliente que precisa dos dados dentro de casa, o mesmo produto roda instalado num computador da empresa.

Implantação de uma integração

  1. Primeiro contato

    Por e-mail: qual é o sistema, o que ele já exporta, quem conhece os números na empresa e quem vai usar as telas. A Precisa responde com a lista do que exportar.

  2. Contrato e anexo de dados

    O contrato leva o anexo de tratamento de dados: o que é tratado, onde fica, quem acessa, por quanto tempo. Nada é instalado na empresa.

  3. Site no ar

    No dia 1 a empresa recebe o endereço dela e a pessoa de referência ganha o usuário com permissão de enviar planilhas.

  4. Primeiro envio

    Dias 1 a 3: as exportações dos últimos 24 meses, pelo site, do jeito que saem. As planilhas são reconhecidas e as telas prontas da área aparecem.

  5. Conferência com o ERP

    Dias 3 a 5: a pessoa de referência confere três números no sistema (o faturamento de um mês fechado, o total vencido, um cliente grande). Só depois as telas abrem para todo mundo.

  6. Pessoas e acessos

    Dias 5 a 7: cada pessoa com o seu usuário, as suas áreas e o código no celular. A senha provisória vai por outro canal, nunca junto com o endereço.

  7. A entrada automática

    Até o dia 10, com a TI: o relatório agendado por e-mail, o usuário só de leitura no banco ou a pasta. Testada em simulação e ligada quando a primeira leitura bate com o envio manual.

  8. Uso acompanhado e entrega

    Até o dia 15: treinamento de uma hora, o resumo por e-mail aprovado, a atualização rodando sozinha por cinco dias úteis e o primeiro chamado aberto pela empresa.

  9. Segundo mês

    Os dados entram sozinhos, as telas atualizam nos horários, o resumo chega. A empresa só usa, e o que faltar vira um chamado.

Em até 15 dias úteis. Cada etapa fica registrada num chamado, com a conversa, a data e o aceite.

Fale com a Precisa.

Painéis ou Precisa Assessoria em TOTVS RM: conte o que precisa e a Precisa responde por e-mail.